Sem poder gerir meu mundo
O sonho se torna fugaz e vagabundo
Escorrendo ao corrimão da sorte.
As vezes vida... mas quantas vezes morte!
Pedaços amassados, rotos, indecentes,
Incapazes de existir são só sementes
De esperanças repassadas.
Palavras vazias, cartas amareladas,
Um traço qualquer de fantasia
Que se vestiu de promessa algum dia.
O retorno exausto a seu real momento
Traz um tédio tal e tal aborrecimento
que de novo se mergulha em reminiscências...
Que diriam então de suas consciências
aqueles que afogam em agonia
minhas poucas expressões de poesia?
Vandinha Valle
Nenhum comentário:
Postar um comentário